Contos, Prosas e Outros Tantos

Escarlates

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ESCARLATES

Vez em quando eu me rasgo por completo, me deixo ferir e cortar minha alma – eu coloco o dedo na minha ferida e a faço sangrar escarlates – choro rios! No outro dia, Ele me diz: – ‘me permita curar-te?’ E reveste até os meus ossos num novo corpo de amor – choro risos!

Este é o ciclo, acontece nesta proporção – embora eu saiba que se hoje eu rio, amanhã eu choro – basta – cada dia o seu prazer e o seu mal.

Marli Savelli

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